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Mostrando postagens com o rótulo Sentimentos Cinematográficos

Sentimentos Cinematográficos

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Clássicos Inesquecíveis - Mulheres Fatais Moulin Rouge - Amor em Vermelho O gênero musical possui lá suas peculiaridades, e por isso mesmo, muitos não são adeptos de passar horas num cinema, como era praxe antigamente, vendo os intérpretes dançarem e cantarem. Mas Moulin Rouge -  Amor em Vermelho (EUA / Austrália – 2001) veio para deixar sem argumentos o pessoal que não tem paciência para essas coisas. Dentro de um cenário surreal, com uma fotografia linda e canções arrebatadoras, desenrola-se uma história de amor intensa, quente e cheia de passagens cômicas, entre um jovem poeta e a cortesã mais linda de Paris no final do século XIX.  É impossível não se apaixonar por Christian (Ewan McGregor) e Satine (Nicole Kidman), por toda a efervescência cultural e luxuriante do cabaret Moulin Rouge e pela trupe de artistas loucos e atrapalhados que habitam a história. Recheado de cenas deslumbrantes e mágicas, destaque para o momento do encontro de...

Sentimentos Cinematográficos: Lua de Cristal

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Oi Gente! Semana passada deveria ter postado sobre Um Clássico dos anos 90 Nacional, mas, infelizmente, acabei não conseguindo. Peço desculpas pelo furo e já adianto que "antes tarde do que nunca". Isso mesmo, trago "Lua de Cristal", que marcou meus anos 90 e minha infância para vocês. Espero que gostem!!!  Sinopse: Maria da Graça (Xuxa Meneghel) chega à cidade grande para morar com sua tia Zuleika (Marilu Bueno) e seus primos Mauricinho (Avelar Love) e Cidinha (Júlia Lemmertz). O trio vive atormentando sua vida, fazendo-a trabalhar incansavelmente na casa em que moram. Em meio aos problemas que têm em casa, Maria da Graça conhece Duda, sua vizinha, e Bob (Sérgio Mallandro), um jovem desajeitado, e se tornam seus amigos. Bob consegue um emprego para Maria da Graça, que pode então realizar seu grande sonho: ter aulas de canto. Lua de Cristal   é considerado por muitos um conto de fadas moderno, um tanto engraçado e desajeitado, mas mesmo assim um ...

Sentimentos Cinematográficos – Cinema Nacional

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O Invasor O Invasor (Brasil – 2002) é uma das produções mais interessantes já lançadas no mercado cinematográfico nacional, pois além do fato de ser um "thriller" espetacular, que desde o começo é capaz de prender a atenção (e o fôlego) do espectador, também nos traz uma série de curiosidades. Era o ano de 1997 e Marçal Aquino escrevia uma história densa sobre ambição, violência e culpa, quando foi convencido pelo amigo cineasta, Beto Brant, para, utilizando somente uma parte do texto (até então não finalizado), transformar a história em roteiro para o terceiro longa-metragem dos dois. Assim, o livro e o filme foram lançados juntos, cinco anos depois, trazendo uma enxurrada de prêmios: Melhor filme latino-americano de 2002, no Sundance Film Festival (EUA); Melhor direção, melhor trilha sonora, prêmio da crítica, prêmio de aquisição do MinC, Prêmio São Saurê (melhor momento do Festival) e Prêmio Especial do Júri para ator revelação (Paulo Miklos), ...

Sentimentos Cinematográficos: Cidades de Papel

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Sinopse: A história é centrada em Quentin Jacobsen (Nat Wolff) e sua enigmática vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne). Ele nutre uma paixão platônica por ela. E não pensa duas vezes quando a menina invade seu quarto propondo que ele participe de um engenhoso plano de vingança. Mas, depois da noite de aventura, Margo desaparece – não sem deixar pistas sobre o seu paradeiro. Primeira sensação: amei! Eu li o livro, amei o livro e sei que o filme não é fiel, mas mesmo assim eu amei. Até um determinado ponto da história, até é bem próximo do que está no livro e isso é ótimo, pois não descaracteriza a história toda. Mas, depois, passa a ter suas mudanças, porém, sinceramente, não achei ruim não. A essência do filme continua a mesma do livro: o amor de Quentin pela estranha Margo e a necessidade de encontrá-la depois que esta sumiu mais uma vez sem se despedir. Quando nós lemos um livro, criamos nossas próprias cenas, movimentos, imagens, ...

Sentimentos Cinematográficos - MATILDA

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Clássicos anos 90 - MATILDA (1996) Estou muito contente de falar desse filme, já assisti várias vezes e é um desses filmes que sempre passam na "Seção da Tarde" e muitos já devem ter assistido. O que talvez poucos saibam é que ele é uma adaptação do Livro de mesmo nome do Autor  de literatura infanto-juvenil  Roald Dahl , que, além de Matilda, escreveu outros clássicos como " A fantástica fábrica de chocolate"  e " James e o pêssego gigante", que também se tornaram filme. O livro traz uma narrativa mais densa   a história que o filme, os personagens são mais cruéis e a trama gira em torno do tratamento dos adultos para com as crianças e a maneira como elas reagem e se defendem e como seus comportamentos muitas vezes visto como rebeldia e resistência, nada mais são do que o reflexo do comportamento dos adultos. O filme é dirigido e estrelado por Danny DeVito, que faz o pai de Matilda (Mara Wilson), uma menina superdotada, apaix...

Sentimentos Cinematográficos

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Forrest Gump talvez seja um dos maiores clássicos dos anos 90, equiparado a outros tantos enredos geniais da mesma década. A magia contida na história do garoto do Alabama, de pernas tortas e QI abaixo da média, que interfere involuntariamente em alguns dos acontecimentos mais notórios da humanidade, é a tônica desse filme sensacional, que prende a atenção do expectador do começo ao fim. Baseado no romance homônimo do escritor Winston Groon, o filme foi lançado em 1994; no Brasil ganhou um sub título: “O contador de histórias” e conta com um elenco recheado de grandes atores, com Tom Hanks no papel principal, além de Sally Field interpretando a mãe de Forrest e Gary Sinise, do seriado policial CSI, no papel do Tenente Dan Taylor. Sob a batuta de Robert Zemeckis (de De Volta Para o Futuro – 1985 e Uma Cilada Para Roger Rabbit – 1988), o filme recebeu treze indicações ao Oscar, levando seis prêmios, dentre eles o de melhor filme, melhor diretor e melhor a...

Sentimentos Cinematográficos - O Silêncio dos Inocentes

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Estreando em maio de 1991, o suspense entrou na lista de filmes clássicos dos anos 90. Dirigido por Jonathan Demme, a obra original é um romance de Thomas Harris. O filme ganhou 5 estatuetas do Oscar em 1992 e com certeza trata-se de um dos melhores filmes já realizados dessa categoria. Com uma interpretação sedutora e perturbadora, Anthony Hopkins é Hannibal Lecter, o psiquiatra canibal que vive há 8 anos preso em um hospital psiquiátrico de segurança máxima. Jodie Foster, também apresenta uma interpretação fascinante na pele de Clarice, uma estudando do FBI, dotada de uma história amarga e um olhar melancólico. A futura agente, precisa fazer entrevistas com Hannibal, para conseguir encontrar o novo assassino em série, chamado de Buffalo Bill, um maníaco que mata, arranca a pele de suas vítimas e deixa um casulo como marca de sua personalidade. Através de um "quid pro quo", Clarice troca sua história de vida, pela a ajuda de Hannibal e essa relação n...

Crítica | Edward, mãos de tesoura!

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Olá, tudo bem com vocês? Desde que a Pit lançou a ideia de uma semana de filmes por mês aqui pelo Blog, uma coisa eu tinha certeza: falarei dos meus filmes preferidos da vida e, ainda, de alguns que aproveitarei a oportunidade para ver pela primeira vez! Essa semana falaremos de "Clássicos dos anos 90" e eu não poderia deixar de falar de "Edward, mãos de tesoura". Não sou capaz de me lembrar quando, e onde, assisti este filme pela primeira vez. Sei que, ainda criança, algo nessa trama me deixou completamente encantada. Algum tempo depois, me encantei com outros filmes na mesma proporção e descobri tratar-se de obras dirigidas por um mesmo diretor. Começava então, minha paixão, agora consciente, por Tim Burton.  Tim  é, sem dúvida, o meu Diretor preferido. Sua genialidade na 7ª arte me deixa cada dia mais encantada e apaixonada. A fotografia, a personalidade e cada característica que lhe é peculiar nos filmes, fazem de mim sua fã declarada. Outro fato...

O que é real?

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De tantas perguntas que o ser humano se faz, uma das perguntas mais filosóficas que aprecio é esta: O que é real? Se não acredito em algo, essa coisa deixa de ser real? O fato de não haver comprovação científica para tantas questões, eximem essas mesmas questões de serem reais? Se é real pra mim, como pode não ser real para o outro? Ah...! Já escutei e eu mesma já me indaguei sobre tantas e tantas questões que envolvem o mundo humano e o que seria real ou não. Imagino que você, leitor, em algum momento também talvez já se tenha feito alguma pergunta dessas. Por isso, para falar um pouco de clássicos do cinema, escolhi o filme Matrix, de 1999. A trilogia Matrix dos irmãos Wachowski foi responsável por uma revolução nas artes cinematográficas, com seus efeitos visuais fantásticos e toda sua superprodução. Contudo, Matrix nos faz transcender para tantas dimensões reflexivas! A começar pelo próprio conceito do que seja ou não real, encontramos discussões sobre liber...