Memórias do Vale do Café - Jongos, Calangos e Folias

Olá, pessoal! Esse é a última postagem da série Memórias do Vale do Café. Espero ter ajudado e também ter estimulado seu interesse por nossa região. 
E para encerrar, vamos falar de Jongos, Calangos e Folias.


Jongos, Calangos e Folias. Música Negra, memória e poesia.
A pesquisa para o documentário “Jongos, Calangos e Folia”, reuniu cerca de 180 horas de gravação, e foi lançado no Teatro da UFF.  Com duração de 45 minutos, legendas em português, direção Geral de Hebe Mattos e Martha Abreu, pesquisadores: Camila Marques, Camila Mendonça, Edmilson Santos, Eric Brasil, Gilciano Menezes, Liliane Brito, Luana Oliveira, Luciana Leonardo, Matheus Serva Pereira, Rejane Becker e produção Executiva de JLM Produções Artísticas.

Dividido em 7 capítulos, trata-se de um documentário historiográfico, onde personagens reais mostram a preservação das manifestações da cultura negra no Vale do Paraíba Fluminense. 
Através de depoimentos, vemos como a poesia é a referência para essas manifestações culturais e entendemos a diferença entre essas três artes.

O Jongo é uma dança de roda de origem africana nos lembrando um samba composto por música, dança, desafio e improvisação. 

O calango é uma dança onde os pares dançam arrastando o pé, enquanto dois cantadores se desafiam com suas rimas.

A folia é uma encenação da visita dos três reis magos ao menino Jesus. Através de visitas, os três reis magos, passam de casa em casa com sua banda, tocando uma canção em agradecimento pela hospitalidade. 

Percebemos que essas manifestações culturais carregam um caráter folclórico que necessita ser preservado, por se retratar da memória de um povo. Uma cultura que é repassada de pai para filho e ilustra as origens da raça negra em nosso país.  




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